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TRÁFICO DE MULHERES E MENINAS EM DEBATE NA REGIÃO – RIBEIRÃO PRETO

Painel aberto ao público acontece na noite de 27 de fevereiro, no Espaço Cultural de Extensão Universitária da Escola de Medicina

O tráfico humano é a terceira modalidade criminosa mais lucrativa do mundo, ultrapassada apenas pelo tráfico de armas e de drogas. O lucro anual chega a quase 32 bilhões de dólares, de acordo com a Organização Internacional do Trabalho (OIT). Dentre as vítimas, 85% são mulheres, sendo a imensa maioria delas para fins de exploração sexual. A faixa etária predominante está entre 18 e 29 anos e adolescentes. Há registro de tráfico de crianças, sendo a maioria do sexo feminino. Também existe o tráfico de homossexuais e travestis jovens. Além da exploração sexual, estão entre as finalidades o trabalho análogo à escravidão, adoção ilegal de crianças e adolescentes – que inclui servidão doméstica – e venda de órgãos. A maioria das pessoas traficadas é pobre e com baixa escolaridade.

Esses são apenas alguns dados que comprovam a cruel realidade do tráfico humano, indo muito além do que é exibido na telinha da TV. E a região apresenta outros fatores de vulnerabilidade, os quais estarão em debate no Painel aberto ao público, intitulado Tráfico de Mulheres e Meninas: educação popular feminista para implementar políticas públicas, a ser realizado na noite de quarta-feira, 27 de fevereiro, das 19h30 às 22h, no Espaço Cultural de Extensão Universitária da Escola de Medicina, reunindo lideranças especializadas na temática e autoridades.

Uma oficina de educação popular feminista, fechada para 50 lideranças locais previamente indicadas que atuam em ONGs, órgãos públicos e universidades, com o mesmo título, será realizada durante todo o dia subsequente, 28/2, no salão de eventos do Hotel Dan Inn. Dentre os principais objetivos, estão: contribuir para o acúmulo de discussão sobre o tema dentro dos movimentos sociais e na sociedade em geral; refinar a ótica feminista; contribuir na luta pelo enfrentamento da violência contra a mulher que se materializa na violência doméstica e sexual, além do tráfico de mulheres; fortalecer a rede de serviços contra o tráfico humano, formada por atores governamentais, não governamentais e de universidades; interferir na implantação e implementação de políticas públicas de prevenção, repressão, responsabilização e atendimento às vítimas priorizando ações voltadas para os direitos humanos; aumentar a sensibilidade da mídia e da opinião pública sobre a gravidade dessas questões, como consequência das desigualdades de gênero.

As iniciativas são uma realização da Associação Mulheres pela Paz, presidida por Clara Charf, hoje com 92 anos, e dirigida por Vera Vieira, doutora em Comunicação e Feminismo pela USP/ECA. Contam com o apoio da Secretaria Nacional de Políticas para Mulheres do Ministério dos Direitos Humanos, graças a uma emenda parlamentar da deputada federal Luiza Erundina. As imprescindíveis parcerias locais são: Universidade de São Paulo – Faculdade de Direito de Ribeirão Preto, Casa da Mulher, Vitória Régia Núcleo de Apoio Feminista, ONG Arco Íris, Rede Gay do Brasil, UNEGRO – União de Negros pela Igualdade – Núcleo de Ribeirão Preto e Região, Conselho Municipal de Atenção à Diversidade Sexual, Conselho Municipal dos Direitos da Mulher, Polícia Federal, Secretaria da Assistência Social da Prefeitura de Ribeirão Preto, NAEM – Núcleo de Atendimento Especializado à Mulher e Guarda Civil Municipal.

O projeto prevê atividades em dez cidades do estado de São Paulo.

Painel temático: Tráfico de Mulheres e Meninas: educação popular feminista para implementar políticas públicas (com a presença de lideranças especializadas na temática e autoridades).

Dia e horário: dia 27 de fevereiro, quarta-feira, das 19h30 às 22h

Local: Espaço Cultural de Extensão Universitária da Escola de Medicina – Av. 9 de Julho, 980

Contatos:
– Matilde Leone – Fone: (16) 99216-2276 – Clique aqui para enviar um email
– Vera Vieira – Fone: (11) 99647-9497 – Clique aqui para enviar um email

 

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