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Mulheres e homens pela paz e contra o tráfico de mulheres e a violência sexual

EVENTOS EM SÃO PAULO MARCAM ENCERRAMENTO DA SEGUNDA ETAPA DO PROJETO “MULHERES E HOMENS PELA PAZ E CONTRA O TRÁFICO DE MULHERES E A VIOLÊNCIA SEXUAL”

Nada mais oportuno do que encerrar essa importante etapa junto com a celebração do jubileu da indicação coletiva das 1000 mulheres ao Nobel da Paz 2005 e realizar uma avaliação da trajetória da entidade na luta pela paz, com foco na equidade de gênero. Os eventos, no Hotel Boulevard São Luís, contam com a participação de lideranças de organizações não governamentais, órgãos públicos e universidades.

No dia 15/10/2015, ocorre a Mesa Redonda Paz é a Cidadania das Mulheres com a presença de algumas das Mulheres da Paz, como Albertina Duarte Takiuti, Eva Blay, Margarida Genevois, Maria Amélia Teles, Maria José Rosado Nunes e Nilza Iraci, cuja trajetória de vida é um exemplo da aplicação prática do conceito ampliado de paz (Resolução 1325 da ONU), que também é a base do trabalho da Associação Mulheres pela Paz. Essa celebração está acontecendo em várias partes do mundo. As 1000 Mulheres não receberam o Nobel da Paz 2005, mas continuaram a fortalecer essa rede mundial em busca de segurança humana e justiça. O conceito de paz com que elas vêm trabalhando não se restringe à sua aplicação no conflito armado e em suas consequências. Trata-se de um conceito de paz ampliado, que remete às ações do cotidiano. A guerra do dia a dia está retratada na discriminação de classe, gênero, raça e sexo; na violência contra a mulher; na falta de moradia; na ausência de atendimento à saúde; no desemprego; na desigualdade salarial; na impossibilidade de continuar os estudos; na exclusão dos processos sociais, econômicos, políticos, culturais e institucionais…

No dia 16/10/2015, o evento volta-se para um resgate das atividades desenvolvidas em 2015, em Santo André/SP e São José do Rio Preto/SP. Estarão também presentes Maria Cristina Pechtoll, Secretária de Políticas para as Mulheres em Exercício de Santo André, e Eni Fernandes, Secretária Municipal dos Direitos e Políticas para Mulheres, Pessoa com Deficiência, Raça e Etnia de São José do Rio Preto.

Desde o início das atividades da Associação Mulheres pela Paz, em 2003, a visibilidade ao trabalho da mulher e o enfrentamento da violência têm sido os principais focos de atuação Brasil afora. As estatísticas alarmantes demonstram que a violência contra a mulher se materializa pela violência doméstica, tráfico de mulheres e violência sexual.

No período de 2011 a 2012, a entidade percorreu cidades das distintas regiões brasileiras, focando a violência doméstica. A partir de 2013, a abordagem tem sido o tráfico de mulheres e a violência sexual. Com a utilização da metodologia de educação popular feminista, as atividades vêm sendo construídas em conjunto com lideranças das diferentes localidades. Há sempre um evento preparatório, um painel público e uma oficina em cada uma das cidades. Essa metodologia tem sido abraçada por mulheres e homens, com o aprofundamento teórico do fenômeno do tráfico de mulheres e da violência sexual, do conceito ampliado de paz, de feminismos, masculinidades, educomunicação, com recorte de classe, étnico-racial, de orientação sexual, identidade de gênero e geracional. Sempre são efetivadas pelo menos vinte parcerias em cada localidade, o que garante o sucesso das atividades.

A intervenção nos meios de comunicação de massa e nas mídias sociais, pensada para as atividades, contribui para ampliar o impacto do projeto.

A violência sexual é uma realidade cruel a que as mulheres estão sujeitas e que acontece tanto com vítimas do tráfico humano, como entre quatro paredes e nas ruas.

O tráfico humano é a terceira modalidade criminosa mais lucrativas do mundo, perdendo apenas para o tráfico de armas e de drogas. Estima-se que seu lucro alcance mais de 31 bilhões de dólares por ano. As principais finalidades são para a exploração sexual comercial, trabalho análogo à escravidão, venda de órgãos e a adoção ilegal de crianças e adolescentes. Cerca de 85% das pessoas traficadas são do sexo feminino, entre 18 e 29 anos, mas também atinge crianças, adolescentes, homossexuais e travestis.

As pessoas traficadas, em sua maioria, são de origem humilde, pobres e com baixa escolaridade que, por carência de recursos e informações, são ludibriadas com promessas de uma vida melhor. No Norte do Brasil, existem pelo menos 76 rotas de tráfico; 69 no Nordeste; 35 na Região Sudeste; 33 na Centro-Oeste e 28 na Região Sul. Entre as principais causas do tráfico humano estão a discriminação de gênero, a violência doméstica, o turismo sexual, a ausência de oportunidades de trabalho, a instabilidade política/ econômica e civil, emigração indocumentada, corrupção de funcionários públicos e leis deficientes.

O percurso dessa luta ainda é longo, mas estamos certas de que temos dado uma pequena contribuição para o acúmulo de discussão sobre essa problemática e o fortalecimento da rede de serviços para a incidência em políticas públicas.

Esse projeto conta com a parceria nacional com a Rede Mulher de Educação, o Geledés Instituto da Mulher Negra, a União de Mulheres de São Paulo e Elas por Elas Vozes e Ações das Mulheres. O apoio é da Associação Mulheres pela Paz ao Redor do Mundo (Suíça), EED (Alemanha), Fundação Ford, Instituto Avon e Secretaria de Políticas para as Mulheres da Presidência da República. O patrocínio é dos Correios e da Petrobras – Governo Federal.

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Publicado em 13/10/2015

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